Educação, democracia e modernidade no movimento dos pioneiros da Educação Nova (Brasil, 1932/1959)
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.24.083.AO08Resumo
O artigo explicita o ideal de democracia e modernidade nos Manifestos dos Pioneiros da Educação Nova (1932 e 1959). Os dois Manifestos são concebidos como lugares de memória onde estão cristalizados dois momentos históricos de lutas pela educação pública e defesa da democracia liberal no Brasil, no período de 1930 a 1960. Nos Manifestos, os “educadores progressistas” apresentam um diagnóstico de crise da situação da educação tradicional e propõem uma reforma que poderia direcionar e qualificar o desenvolvimento econômico e social do Brasil para o mundo da “civilização moderna”. O estudo percorreu os caminhos da História da Educação e manejou procedimentos metodológicos do método histórico, da pesquisa bibliográfica e documental, na perspectiva decolonial. No conjunto de texto, aborda-se a modernidade como o canto das sereias que seduziu os educadores engajados no projeto de um Brasil democrático; explicita-se o cenário do contexto histórico e o horizonte da modernidade no pensamento e nos manifestos dos pioneiros da Educação Nova. Em termos conclusivos, ressalta-se a importância do movimento dos pioneiros em defesa da democracia e da escola pública e laica para toda a população brasileira. Entretanto, demonstra-se também o quanto os “educadores progressistas” foram seduzidos pelo canto universalista da modernidade ocidental.
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