DECOLONIALIDADE NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: transformações no currículo, na formação docente e nas práticas avaliativas
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.25.084.AO05Resumen
El artículo propone un análisis crítico del currículo de matemáticas desde la perspectiva de la decolonialidad, desafiando la percepción dominante de las matemáticas como un campo neutral y universal. El estudio argumenta que el currículo de matemáticas, al privilegiar epistemologías eurocéntricas, excluye los saberes de los pueblos indígenas, africanos y otras culturas no occidentales, perpetuando las desigualdades sociales. Desde la perspectiva de la decolonialidad y la etnomatemática, el artículo defiende una reestructuración pedagógica que valore la diversidad epistémica, promoviendo una educación más inclusiva y crítica. El texto explora cómo la decolonialidad puede contribuir a la deconstrucción de las narrativas hegemónicas en la enseñanza de las matemáticas y abrir espacio para la justicia social y la igualdad educativa. El artículo también enfatiza la importancia de la formación de profesores para reconocer e integrar epistemologías diversas, además de destacar la necesidad de repensar las evaluaciones estandarizadas, que refuerzan las exclusiones y desigualdades en el sistema educativo. La etnomatemática, como un enfoque cultural de las matemáticas, se presenta como una alternativa viable para la construcción de un currículo más inclusivo y conectado con las realidades de los estudiantes.
Palabras Clave: Decolonialidad; Currículo de Matemáticas; Etnomatemática; Justicia Social; Educación Matemática Crítica.
Descargas
Citas
ASCHER, Marcia. Ethnomathematics: A multicultural view of mathematical ideas. Pacific Grove: Brooks/Cole Publishing Company, 1991.
APPLE, Michael W. Ideologia e currículo. São Paulo: Brasiliense, 1982.
APPLE, Michael W. Educação e poder. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
ARAÚJO, Denise Lino de; NASCIMENTO, Antonio Naéliton do. Funções da escola: sujeitos, currículo e formação docente. Campina Grande: EDUFCG, 2023.
D'AMBROSIO, Ubiratan. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. São Paulo: Ática, 2002.
D'AMBRÓSIO, Ubiratan. Etnomatemática e educação: construindo uma ponte entre culturas. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.
KATSAP, Ada; SILVERMAN, Fredrick L. Ethnomathematics of Negev Bedouins’ existence in forms, symbols and geometric patterns. Rotterdam: Sense Publishers, 2016.
KILPATRICK, Jeremy; HOYLES, Celia; SKOVSMOSE, Ole. Meaning in Mathematics Education. Springer, 2005.
MIGNOLO, Walter. On Decoloniality. Durham: Duke University Press, 2024.
NICOL, Cynthia; KNIJNIK, Gelsa; PENG, Aihui; CHERINDA, Marcos; BOSE, Arindam (Eds.). Ethnomathematics and Mathematics Education: International perspectives in times of local and global change. Cham: Springer, 2024.
POWELL, Arthur B.; FRANKENSTEIN, Marilyn (Eds.). Ethnomathematics: Challenging eurocentrism in mathematics education. Albany: State University of New York Press, 1997.
QUIJANO, Aníbal. Colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Buenos Aires: CLACSO, 2005.
RISDIYANTI, Irma; PRAHMANA, Rully Charitas Indra. Ethnomathematics: Teori dan Implementasinya: Suatu Pengantar. Yogyakarta: UAD Press, 2020.
SETATI, Mamokgethi; BANGURA, Abdul Karim. African Mathematics: From bones to computers. Lanham: University Press of America, 2011.
SILVA, Tomaz T. da. O currículo como fetiche: a poética e a política do texto curricular. Petrópolis: Vozes, 1999.
SKOVSMOSE, Ole. Critique as Uncertainty. New York: Springer, 2014.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Editora Universitária Champagnat

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os(As) autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com a utilização da Licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0), que permite compartilhar, copiar, redistribuir o manuscrito em qualquer meio ou formato. Permite, também, adaptar, remixar, transformar e construir sobre o material, desde que seja atribuído o devido crédito de autoria e publicação no periódico, para qualquer fim. A Revista Diálogo Educacional proporciona acesso público a todo o seu conteúdo, possibilitando maior visibilidade e alcance dos artigos publicados, com apoio no Public Knowledge Project, que desenvolveu esse sistema para melhorar a qualidade acadêmica e pública da pesquisa e que permite distribuir o OJS e outros softwares de apoio ao sistema de publicação de acesso público a fontes acadêmicas. Ao publicar nesta revista, os(as) autores(as) concordam com os seguintes termos:
- Autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores(as) têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores(as) têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online em blogs pessoais, repositórios institucionais e mídias sociais acadêmicas, bem como postando-os em suas mídias sociais pessoais, desde que seja incluída a citação completa à versão do website da revista, a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
- Autores(as) têm o direito de: a) Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial. b) Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.










