Navegar es impreciso
algunas consideraciones sobre la incorporación del paradigma de la complexidad en la formación de docentes
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.23.078.DS05Resumen
Buscamos explorar en este artículo las principales implicaciones del paradigma de la complejidad en la formación de docentes. El artículo se divide en cinco partes. En la primera, hacemos una introducción general al paradigma de la complejidad con referencias clásicas del tema como Fritjof Capra y Ludwig von Bertalanffy. Luego, comenzamos a extraer algunas de sus principales consecuencias. En la segunda sección, buscamos demostrar que de acuerdo con el paradigma de la complejidad, no existe ninguna posibilidad de seguir trabajando con la concepción moderna de "sujeto" como sustancia esencialmente racional, consciente y libre. Sin la figura del sujeto, se hace necesario repensar el propio significado de "conocimiento", lo que proponemos en la sección tres con la ayuda de los biólogos Maturana y Varela. A continuación, indicamos que el paradigma de la complejidad destruye la frontera entre naturaleza y artefacto y exploramos las posibilidades de esta indistinción con el Manifiesto Ciborg de Donna Haraway y el Psicoanálisis de MD Magno - pensador que incorpora el paradigma de la complejidad en el psicoanálisis. Concluimos nuestras investigaciones con la propuesta de una ética de la regencia más allá de la represión y la libertad. En nuestras consideraciones finales hablamos sobre la teoría del Caos, cuya matemática se ha vuelto fundamental para describir sistemas complejos y tratamos de indicar cuál sería, en nuestra opinión, la principal contribución del paradigma de la complejidad en la formación de docentes.
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