A educação como prática da liberdade por meio do Teatro do Oprimido: novas aplicações educacionais
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.20.066.AO02Resumo
O artigo em questão resulta de uma pesquisa de mestrado intitulada “O Teatro do Oprimido e o Enfrentamento à Violência Escolar”, que teve como objetivo principal pesquisar a problemática da violência escolar no âmbito das práticas pedagógicas de professoras dos anos finais do ensino fundamental. Com relação à metodologia, optou-se pela abordagem qualitativa de pesquisa, com ênfase na pesquisa-ação. Os dados foram coletados por meio de oficinas do Teatro do Oprimido (TO), com base nas ideias de Augusto Boal (2015, 2013), o que implicou novas práticas de ensino e de aprendizagem nas escolas investigadas. Complementarmente, também foram realizadas observações participantes e questionários. Para a análise dos dados, recorreu-se à análise de conteúdo temático categorial. Os resultados indicaram que as oficinas do TO possibilitaram às docentes participantes desta investigação novas formas de enfrentamento da violência escolar, com a participação dos estudantes, mediante uma educação como prática da liberdade. Concluiu-se, portanto, que este estudo serviu para despertar a consciência emancipadora das professoras e dos(as) estudantes, por meio das práticas vivenciadas nas escolas investigadas, e que o Teatro do Oprimido constitui um excelente recurso de enfrentamento à violência escolar e de valorização dos diversos saberes vividos e reinventados na vitalidade dos/as estudantes e de toda a comunidade escolar para se libertarem da opressão e se reencontrarem com sua essência humanizada, libertadora e emancipada nas lutas diárias. Fortaleceu‑se, neste estudo, a relevância de uma educação como prática da liberdade.
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