Paradojas interculturales en la formación de profesores indígenas del pueblo Kaingang
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.18.059.DS11Resumo
En el presente artículo busca presentar algunas paradojas en torno a la educación y en especial en torno a la formación de profesores indígenas en el programa de Licenciaturas Interculturales Indígenas de la Universidad Comunitaria de la Región de Chapecó (Unochapecó) en las Tierras Indígenas del Oeste Catarinense. Entendemos que el proceso educativo es un proceso paradójico en la medida que puede ser un proceso liberado, que afirme la autonomía de los estudiantes y estimule su creatividad y autoestima, o un proceso disciplinador que ponga a los estudiantes en un lugar pasivo, de obediencia y mera recepción de saberes que les son ajenos en su significado y sentido. Estas paradojas son más notorias aún es un contexto intercultural pues la escuela pertenece a una tradición cultural europea-moderna que históricamente ha censurado la diferencia cultural y ha sido un medio para la aculturación de las poblaciones indígenas, parece paradójico que intentemos ahora que sea un medio para el fortalecimiento de las culturas originarias y para un diálogo e intercambio equitativo entre las culturas que entran en contacto en el proceso educativo. En la formación de profesores indígenas nos deparamos cotidianamente con estas paradojas y tensiones, más aún cuando las Licenciaturas se dictan dentro de las Tierras Indígenas, por lo que conviven dos formas de ser, estar, comprender y habitar el mundo que no suelen ser fáciles de comprender y compatibilizar. En el texto abordaremos esta problemática en el tratamiento de una temática específica, el tiempo de la escuela y el tiempo de la aldea, el tiempo moderno y la temporalidad indígena, la paradoja de Chronos y kairós en el contexto de la formación de profesores indígenas de la etnia Kaingang.
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