Historia y (des)memorias del icónico libro “¿Maestro pueblo o maestro gendarme?” de María Teresa Nidelcoff
DOI :
https://doi.org/10.7213/1981-416X.19.061.DS03Résumé
Este trabajo tiene por objeto elucidar los contextos de creación, escritura, publicación y circulación del icónico libro sobre educación popular “¿Maestro pueblo o maestro gendarme?” de María Teresa Nidelcoff. Inicialmente, el ensayo tuvo dos ediciones en Argentina (1974-1975) hasta su prohibición durante la última dictadura cívico-militar (1976-1983). Igualmente se imprimó en Brasil bajo el título “Uma escola para o povo” llegando a su 38va. reedición (1975-2004), y en Colombia hasta bien entrada la década del ’90 (1974-1994). Actualmente, registra un activo lectorado distribuido en gran parte de América Latina circulando en catálogos, tesis y artículos académicos, de divulgación, en profesorados y cátedras universitarias. No obstante esta masiva proyección, se observa un notable desconocimiento, confusión y/o datos erróneos sobre la obra y su autora. Esta indagación basada en fuentes documentales y orales, sostiene que ello responde tanto a las singulares circunstancias de su escritura, como a un tipo de propagación que tuvo iguales dosis de censura como de publicidad. En el primer aspecto, se reconstruye la génesis del libro reponiendo coyunturas clave para su escritura en lo particular de la antinomia “pueblo-gendarme”; a saber: las luchas gremiales del magisterio, la conflictividad del ambiente católico postconciliar e intentos de renovación pedagógica llevadas a una experiencia comunitaria desde mediados de 1960. El segundo, se inscribe en la oportuna salida del libro al exterior, previo a la depuración bibliográfica del régimen dictatorial sobre el campo educativo y cultural argentino.
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