Infância nacionalizada
tensões do discurso do “nacional” na BNCC e a política curricular de formação de sujeitos
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.25.087.DS05Palabras clave:
Infância, BNCC, Currículo, Discurso, DiferençaResumen
Este artículo problematiza los efectos del significante “nacional” en la Base Nacional Común Curricular (BNCC) de Brasil, especialmente en su relación con la producción de un proyecto normativo de infancia y ciudadanía. Partiendo de la concepción del currículo como un campo de disputas, articulamos la teoría del discurso de Laclau y Mouffe, los estudios culturales de Bhabha y los aportes de Derrida sobre lenguaje e indeterminación. El análisis documental de la BNCC revela cómo el discurso de lo “nacional” busca construir un sujeto homogéneo, estable y alineado con un ideal democrático y civilizatorio. Sin embargo, al intentar fijar sentidos y moldear identidades, el texto curricular expone su propia condición de incompletud y vulnerabilidad. La infancia, lejos de ser una categoría estable o universal, emerge como un significante flotante, performativa y atravesada por tensiones locales, culturales y políticas. Argumentamos que el currículo, al convocar infancias para un proyecto de futuro, frecuentemente borra sus experiencias presentes y múltiples. Por ello, defendemos un desplazamiento: pensar el currículo como territorio de invención y resistencia, donde puedan emerger otras infancias —menos encuadradas, más plurales.
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