Arquitectura pedagógica inclusiva y pensamiento computacional
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.23.079.AO04Resumen
El artículo se desarrolló a partir de una sección de una investigación doctoral, que se centró en la formación continua del profesorado. El estudio muestra los resultados del curso "El abordaje del Pensamiento Computacional en la Educación Inclusiva" que involucra el Pensamiento Computacional aplicado en las actividades escolares. Para ello, se creó una Arquitectura Pedagógica para la formación continua de profesores de escuelas de educación básica. La formulación de una Arquitectura Pedagógica inclusiva, en ambiente online, utilizó el Pensamiento Computacional con el objetivo de desarrollar propuestas pedagógicas para personas con discapacidad. La metodología aplicada fue cuantitativa y cualitativa, de carácter exploratorio, basada en la Investigación Basada en Diseño, dividida en tres etapas, estudio preliminar, período exploratorio y fase final. Los resultados del período exploratorio incluyeron la realización de un curso de treinta horas, con diez encuentros online síncronos y asíncronos. Contó con la participación efectiva de 10 profesores de diferentes niveles educativos, con formación variada. En este trabajo se priorizó el análisis del discurso de las propuestas constituidas durante el curso. Los resultados muestran la complejidad de un ecosistema de aprendizaje, las posibilidades de enriquecer la práctica pedagógica en el formato aplicado. También señalaron la necesidad de invertir en la formación de profesores para el uso del Pensamiento Computacional, especialmente en las escuelas de educación básica.
Descargas
Citas
BAKHTIN, M. (VOLOCHÍNOV). Marxismo e filosofia da linguagem. Problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem (1929). Trad. Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. 13 ed. São Paulo: Hucitec, 2009.
BARAB, S., & SQUIRE, K. Pesquisa baseada em design: colocando uma estaca no chão. O jornal das ciências da aprendizagem, 2004, 13 (1), 1-14.
BATESON, G. Steps to an ecology of mind London: Chandler publications, 1972.
BRASIL. Lei de diretrizes e bases da educação nacional nº. 9.394. Brasília, DF, 1996.
BRASIL. Lei Nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, n. 127, 2021, p. 2-11, 7 jul.
BRASIL. LEI Nº 14.533. Política Nacional de Educação Digital, 2023. https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-14.533-de-11-de-janeiro-de-2023-457334986.
CARVALHO, M. J. S., NEVADO. R. A. & MENESES. C. S. Aprendizagens em rede na educação à distância: estudos e recursos para a formação de professores. Porto Alegre: Ricardo Lenz, 2007, 35- 52.
CASTRO, A., & MENEZES, C. Aprendizagem colaborativa com suporte computacional. Sistemas Colaborativos, 2011, 135-153.
FREIRE, P. Por uma pedagogia da pergunta. Editora Paz e Terra, 2014.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa/–12. Reimpressão. São Paulo: Atlas, 2009. Como elabora projetos de pesquisa. 5. Ed.–São Paulo: Atlas, 2010.
INEP. Avaliação Nacional da Alfabetização: relatório 2013-2014: volume 1: da concepção à realização. Brasília, 2015.
JACKSON, N. J. Lifewide Learning, Education & Personal Development e-book. Chapter A5. Te Concept of Learning Ecologies, 2013.
MENEZES, CS d; CASTRO JUNIOR, AN d; ARAGON, R. Arquiteturas pedagógicas para aprendizagem em rede. Série de livros texto da CEIE-SBC. Disponível em https://ieducacao. ceie-br. org./arquiteturas-pedagógicas/. Acessado em, p. 21-08, 2020.
NOBRE, A. M. F., MALLMANN, E. M., FERNANDES, I. M., & MAZZARDO, M. D. Princípios teórico-metodológicos do design-based research (DBR) na pesquisa educacional tematizada por recursos educacionais abertos (REA). Revista San Gregorio, (16), 2017, 128-141.
PEREIRA, A., DA SILVA, F. X., MÜLLER, M. G., LIMA, R. D. A. S., JACAÚNA, R. D. P., & DE MENEZES, C. S. Arquitetura pedagógica debate de teses: critérios para seleção de teses. RENOTE, 19(2), 2021, 516-525.
PIAGET, J. Epistemologia genética (Cabral, A., Trad.). São Paulo: Martins Fontes, 2002.
RESEARCHER, D. B. Design-based Research: An emerging paradigm for educational inquiry. Educational Research, 32(1), 2003, 5-8.
RIBEIRO, C. F., GOUDINHO, L. S., REZENDE, S. M., BRAZ, R. M. M., SOUZA, R. C., MENDES, M. C. B., ... & PINTO, S. C. C. S. Ressignificando o pensamento computacional na perspectiva inclusiva. Research, Society and Development, 10 (14), 2021, 400101421789-e400101421789.
ROMERO-ARIZA, M. Uniendo investigación, política y práctica educativas: DBR, desafíos y oportunidades. Magis, Revista Internacional de Investigación en Educación, 7(14), 2014, 159-176.
SASSAKI, R. K. Terminologia sobre deficiência na era da inclusão. Revista Nacional de Reabilitação, São Paulo, 2003, 5, 6-9.
SILVEIRA, P. D. N., ARAGON, R., CURY, D., & DE MENEZES, C. S. Uma ontologia de referência para arquiteturas pedagógicas. In Anais do XXXII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO. SBC, 2021, pp. 24-34.
TRIPP, D. Pesquisa-ação: uma introdução metodológica. Educação e pesquisa, 31(03), 2005, 443-466.
VALENTE, J. A. Integração do pensamento computacional no currículo da educação básica: diferentes estratégias usadas e questões de formação de professores e avaliação do aluno. Revista e-Curriculum, v. 14, n. 03, p. 864 – 897, 2016.
VARGAS, R. V. Gerenciamento de Projetos (6a edição). Brasport, 2005.
WING, J. M. Computational thinking. Communications of the ACM, v. 49, n. 3, 2006, 33-35.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2023 Editora Universitária Champagnat

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os(As) autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com a utilização da Licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0), que permite compartilhar, copiar, redistribuir o manuscrito em qualquer meio ou formato. Permite, também, adaptar, remixar, transformar e construir sobre o material, desde que seja atribuído o devido crédito de autoria e publicação no periódico, para qualquer fim. A Revista Diálogo Educacional proporciona acesso público a todo o seu conteúdo, possibilitando maior visibilidade e alcance dos artigos publicados, com apoio no Public Knowledge Project, que desenvolveu esse sistema para melhorar a qualidade acadêmica e pública da pesquisa e que permite distribuir o OJS e outros softwares de apoio ao sistema de publicação de acesso público a fontes acadêmicas. Ao publicar nesta revista, os(as) autores(as) concordam com os seguintes termos:
- Autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores(as) têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores(as) têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online em blogs pessoais, repositórios institucionais e mídias sociais acadêmicas, bem como postando-os em suas mídias sociais pessoais, desde que seja incluída a citação completa à versão do website da revista, a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
- Autores(as) têm o direito de: a) Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial. b) Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.










