Prácticas lectoras en la infancia:
¿Qué piensan los niños?
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.23.076.DS11Resumen
Las experiencias con el universo de la lectura y la escritura ocurren cada vez más temprano en la vida del niño. En la infancia escolar, al vivir experiencias colectivas con las prácticas de una sociedad alfabetizada, hay una multiplicidad de significados para apropiarse, reconstruirse ya través de ellos producir cultura. De esta forma, buscamos analizar la percepción de los niños sobre las prácticas lectoras vividas en una institución de Educación Infantil, a partir de un extracto de una investigación de posgrado en Educación, Stricto Sensu (Doctorado). La investigación involucró a 36 niños de dos clases de Jardín de Infancia (Pré II), con una edad promedio de 5 y 6 años. La participación se llevó a cabo a través de un guión de entrevista adaptado para niños de jardín de infantes. Las respuestas fueron grabadas, transcritas y posteriormente analizadas en tres categorías: acceso a libros, situaciones que involucran libros de literatura y prácticas de lectura y narración. Como fundamento teórico, buscamos resaltar los aspectos históricos y sociales de la formación humana, así como las especificidades del desarrollo humano en la infancia, en un proceso interactivo. A partir de los significados que se producen frente a las vivencias de los niños, los resultados indican la necesidad de experiencias ricas en lectura y escritura, capaces de producir exploración, interacción, aprendizaje y desarrollo de los niños en jardín de infancia. La organización de tiempos, espacios y prácticas de lectura literaria en la infancia favorecen la relación del niño con el libro, consigo mismo y con el mundo que le rodea, creando también un sentido positivo de lo que es la lectura.
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