Reordenamiento de las escuelas y municipalización de la educación:
lo que dicen las investigaciónes
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.22.075.AO09Resumen
El artículo presenta un análisis teórico de 36 estudios que abordan la municipalización de la educación y/o la reorganización de las escuelas publicados entre 2007 y 2019 en dos repositorios de tesis y disertaciones: el Catálogo de Tesis y Disertaciones (CTD) de la Coordinación para el Mejoramiento de la Personal de Enseñanza Superior (CAPES) y la Biblioteca Digital Brasileña de Tesis y Disertaciones (BDTD). El tema del reordenamiento de las redes físicas es abordado desde un punto de vista crítico-reflexivo, vinculándolo al proceso de descentralización de la educación básica propiciado por el modelo de estado neoliberal y gerencial. El análisis realizado a través del Estado de la Cuestión se basó en las dimensiones o motivaciones presentadas por Akkari (2011) en cuanto a las justificaciones para implementar nuevas formas organizativas y políticas educativas. Se argumenta que existe una relación entre las políticas descentralizadoras, la municipalización de la educación y la reorganización escolar. Se concluyó que: a) la reorganización de la red física no es nuevo, sin embargo, en las últimas décadas, ante las demandas de los organismos internacionales, se implementan nuevas formas de arreglos político-institucionales, lo que inserta la reorganización de las escuelas en el contexto y las agendas de innovación y modernización de la gestión educativa y b) existen diferentes perspectivas para la reorganización de la red escolar, principalmente orientadas a dar mayor énfasis a la eficiencia de los servicios que brindan las escuelas.
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