A AGENDA INTERNACIONAL PARA EDUCAÇÃO 2030: CONSENSO “FRÁGIL” OU INSTRUMENTO DE MOBILIZAÇÃO DOS ATORES DA EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI?
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.17.053.AO11Palavras-chave:
Globalização e Educação 2030, Qualidade, Cidadania mundial, Internacionalização, Educação publicaResumo
Neste artigo, analisaremos as questões da agenda internacional para a educação em 2030. Inicialmente, vamos destacar a importância da agenda internacional de educação nos aspectos em que ela assinala a influência do global e internacional nas políticas nacionais de educação. Esta agenda é também o resultado do trabalho conjunto das organizações internacionais influentes no setor da educação. Em seguida, examinaremos as principais diretrizes internacionais decorrentes desta agenda. Vamos destacar a onipresença de uma concepção neoliberal da educação, embora o componente humanista não tenha desaparecido completamente. Isso resulta em uma agenda, na qual um consenso superficial prevalece sobre a análise lúcida. Na terceira parte do artigo, concentrar-nos-emos no conceito de educação para a cidadania global que surge como uma orientação inovadora. Na última parte do artigo, buscaremos analisar de que maneira esta agenda pode ser traduzida no contexto educacional brasileiro. Esta agenda pode acelerar a criação de um sistema educativo em várias velocidades (plusieures vitesses) com base em testes padronizados. Pode também, caso ocorra uma mobilização dos educadores progressistas e as reformas estruturais sejam realizadas, representar a possibilidade de uma educação de base libertadora e de qualidade para todos. Evidentemente, o papel dos professores será uma das chaves de leitura das implicações da Agenda 2030 no Brasil e ao redor do mundo.
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