A educação estética no espaço expositivo do Museu de História e de Ciência – Lisboa, Portugal
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.21.069.DS05Resumo
Os museus na atualidade, caracterizados pelas múltiplas formas de promoção da cultura científica, promovem a pesquisa, o conhecimento, a interação, a sensibilização e, portanto, são espaços não formais de educação que possibilitam a descoberta, a criação e a experiência por meio de seus espaços expositivos. Para elucidar este estudo, foi escolhido o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC), localizado em Lisboa, Portugal, com o objetivo de analisar o espaço expositivo da área de zoologia, nominada “Grandes carnívoros da Europa – Reis da Europa Selvagem” numa relação com a educação estética. Da visita realizada no ano de 2018 ao MUHNAC, foram selecionadas vinte e uma fotografias, ancoradas na análise de imagem proposta por Barthes, as quais estão relacionadas às falas da curadora que estava responsável pela exposição e que acompanhou a visita. Esta é uma pesquisa qualitativa e seus estudos foram embasados em Schiller (2011), no que se refere ao conceito de educação estética, em Bachelard (2005), sobre a teoria do espaço, em Larrosa (2016), ao conceituar experiência e em outros referenciais que dialogam com a proposta desta pesquisa. Entre os resultados obtidos neste estudo destacam-se a potencialidade do espaço expositivo dos museus de história e de ciência como unificabilidade (fruição) do sensível e do inteligível como contribuição para o desenvolvimento da educação estética. Percebeu-se o quanto a organização do espaço, seja ele constituído material e imaterialmente, objetivo e subjetivamente, interfere na percepção sensível e na reflexão do público como uma possibilidade de formação humana.
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