Estado, política migratoria y escuela pública: mediaciones desde los libros de lectura (Argentina, Buenos Aires, 1853-1955)
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416x.17.051.ds01Resumo
Este trabajo presenta un análisis de las interrelaciones entre el Estado, las políticas migratorias y la escuela pública Argentina (y más específicamente de Buenos Aires) desde la perspectiva de la historia de la educación, tomando como fuente documental los libros de lectura de la escuela primaria. Entre la constitución del estado nacional (en 1853) y mediados del siglo XX el mismo se fue redefiniendo en base a los cambios del contexto nacional e internacional siempre desde un sesgo liberal. En este tránsito, las estrategias en relación del “extranjero” cambian desde un modelo de “puertas abiertas” hacia otro de “migración restringida” con diferentes connotaciones. Debido al rol que se le asignó en esta matriz estatal, la escuela primaria pública argentina se configuró como una mediadora eficaz para reforzar la identidad nacional integrando a los niños nativos, extranjeros y a sus familias. Los libros de lectura son una herramienta interesante para observar el tratamiento de ciertos contenidos escolares en tanto los mismos son elaborados siguiendo lineamientos que emanan desde el estado nacional y son mediados por las políticas educativas y el mercado editorial. Y, precisamente, tanto la integración de poblaciones migrantes como las políticas migratorias están presentes en ellos. Desde allí podremos tener un acercamiento al rol de la escuela y su mediación frente a las poblaciones migrantes y nativas respecto a las políticas migratorias del estado nacional, a través de los niños.Downloads
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