La variable tiempo en la enseñanza universitaria
DOI :
https://doi.org/10.7213/dialogo.educ.7624Résumé
La importancia del tiempo (de los tiempos) en Educación ha estado presente en la literatura pedagógica desde los estudios iniciales de Carrol (1963) y los posteriores estudios longitudinales de Fisher mediante el California Beginning Teachers Evaluation Study (BTES). En los momentos actuales, la problemática de los tiempos ha adquirido un nuevo impulso en el marco de los nuevos enfoques curriculares que buscan una mayor homogeneidad en el diseño de las carreras que facilite la movilidad de los estudiantes. Parte de ese proceso es la incorporación de los créditos (ECTS, en Europa; SCT en Latinoamérica). El artículo analiza el factor tiempo desde una triple perspectiva: (a) el tiempo del currículo; (b) el tiempo de los profesores; y (c) el tiempo de los estudiantes. El autor defiende que, en todos los casos, la consideración de la variable tiempo está siendo marginal y sobre todo que su interpretación mecánica y burocrática deja fuera de consideración elementos fundamentales de la didáctica universitaria.Téléchargements
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