A escuta na pesquisa-ação: entrelaçando brincar e educação para as relações étnico-raciais
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.23.076.DS13Resumen
Este artículo propone una reflexión sobre la esfera del juego como lugar de ser y afecto para las distintas infancias presentes en los espacios de investigación con niños. Aquí relataremos lo “encontrado/inventado” en nuestros trabajos de escucha como un ejercicio ético y estético de alteridad en una constante producción de sentidos, en la que inventamos lo que encontramos. Escuchar a los niños como metodología de investigación requiere, entre otras actitudes, un doble ejercicio de vaciamiento para volver la atención al otro y la reanudación de la investigación sobre la propia infancia del adulto, ya que el niño que fuimos se desencadena por los encuentros con las infancias con que investigamos. También está la tensión entre el asombro que produce la singularidad de la mirada del niño y la necesaria intervención cuando se reproducen prejuicios y otras formas de violencia. Tomamos el juego no como materia prima para una producción futura, sino como medio de acceso y permanencia en el estado larvario del ser vivo. El recorrido narrativo y reflexivo del texto se realiza diferenciando el ámbito lúdico de los ejercicios de violencia que buscan instrumentalizar la lúdica, lo hacemos a partir del análisis de algunos de los aspectos biológicos, filosóficos y subjetivos del juego. Defendemos una educación antirracista en acción desde la infancia, como situaciones de intervención en investigación con niños de 4 y 5 años en el espacio escolar. Finalmente, buscamos anclar nuestras esperanzas en el proyecto benjaminiano de una filosofía por venir que se nutre de la poderosa inversión en el gesto infantil de hacer de nuevo lo nuevo.
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