La formación inicial docente para la educación básica y su interfaz con los territorios educativos
estado del arte
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.23.079.AO18Resumen
Este artículo presenta un abordaje cualitativo del Estado del Arte de la investigación sobre la formación inicial de profesores de Educación Básica en el diálogo con los territorios educativos (TEs), a partir del mapeo y análisis de la producción académico-científica brasileña en tesis, disertaciones y artículos en el área de la educación, de 2014 a 2021. Con esta investigación pretendemos comprender cómo se aborda el tema para identificar vacíos, desafíos o posibilidades de diálogo de este locus formativo con las TEs en pro de una formación humana, integral y crítica. -Formación emancipadora para una escuela en metamorfosis. De los autores que sustentaron teóricamente esta investigación, destacamos a Diniz-Pereira (2014); Freire (2019;2001), Nóvoa (2017;2022), Canário (2007), Singer (2015). Para generar los datos se utilizó el catálogo de tesis y disertaciones de la Coordinación de Perfeccionamiento del Personal de Educación Superior (CAPES), la plataforma Educ@/FCC, SciELO/Brasil y SciElo/América Latina. El corpus de análisis consta de 3 tesis y 2 disertaciones capturadas en el catálogo CAPES y 1 artículo de SciELo/Brasil. Estas publicaciones fueron analizadas y categorizadas por las temáticas de formación inicial docente y territorios educativos, destacándose sólo una disertación directamente relacionada con el objeto del presente estudio. Los resultados indican un esfuerzo considerable para relacionar la formación docente en contextos territoriales, especialmente en ciudades que están afiliadas a la idea principal de ciudades educadoras y contribuyó a detectar la escasez de producciones sobre el tema y la urgencia en la formación inicial de docentes y la relación con la constitución de las TEs. Defendemos la formación inicial docente materializada en la tríada: “con universidades y escuelas” (Nóvoa, 2022) y más allá de los espacios formales de enseñanza para entenderlos como dispositivos educativos.
Descargas
Citas
BONAFÉ, J. M. A cidade no currículo e o currículo na cidade. In: SACRISTÁN, J. G. (Org.). Saberes e incertezas sobre o currículo. Penso Editora, p. 442-458, 2013.
BONAFÉ, J. M. El discurso de la ciudad como curriculum de la vida cotidiana. Revista Vagalumear, v. 2, n. 2, p. 6-14, jan. 2022. ISSN 2763-9916. Disponível em: http://periodicos.uea.edu.br/index.php/rv/article/view/2357. Acesso em: 05 ago. 2022.
BOURDIEU, P. Estruturas, habitus, práticas. In: BOURDIEU, P. O sendo prático. Tradução: Maria Ferreira. Petrópolis: Vozes, 2009, p. 86-107.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP n. 02/2019, de 20 de dezembro de 2019. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação). Diário Oficial da União, Brasília, 23 de dezembro de 2019 - Seção 1, p. 115-119.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CP 02/2015, de 1º de julho de 2015. Define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. Diário Oficial da União, Brasília, 02 de julho de 2015.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União, de 26 de junho de 2014, p. 1. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em:
BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CNE/CEB nº 7/2010, aprovado em 7 de abril de 2010 estabelece a Resolução CNE/CEB nº 4, de 13 de julho de 2010 que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Diário Oficial da União, Brasília, 14 de julho de 2010, Seção 1, p. 824.
CANÁRIO, R. A escola tem futuro? Das promessas às incertezas. Porto Alegre: Artmed, 2007.
DINIZ-PEREIRA, J. E. Nova tentativa de padronização dos currículos dos cursos de licenciatura no Brasil: A BNC-FORMAÇÃO. Revista Práxis Educacional, vol.17, nº.46, Vitória da Conquista/BA, jul./set 2021. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2178-26792021000300053&lng=pt&nrm=iso Acesso em: 23 abr. 2022.
DINIZ-PEREIRA, J. E. Da racionalidade técnica à racionalidade crítica: formação docente e transformação social. Perspectivas em Diálogo: Revista de Educação e Sociedade, v. 1, p. 21-33, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/persdia/issue/view/3 Acesso em: 02 mai. 2022.
DONATO, S. P.; SILVA, M. T. da; SANTOS, S. J. A. da. O direito à cidade que educa e os seus territórios nas práticas docentes: desafios à formação continuada de professores. Revista Intersaberes, [S. l.], v. 16, n. 39, p. 1135-1154, 2021. DOI: 10.22169/revint.v16i39.2205. Disponível em: https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2205. Acesso em: 9 out. 2023.
FERREIRA, N. S. A. As pesquisas denominadas “estado da arte”. Educação & Sociedade, v. 23, n. 79, p. 257-272, 2002. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/vPsyhSBW4xJT48FfrdCtqfp/ Acesso em: 28 mai. 2022.
FRANCO, M. A. do R. S. Prática pedagógica e docência: um olhar a partir da epistemologia do conceito. Rev. Bras. Estud. pedagog. (on-line), Brasília, v. 97, n. 247, p. 534-551, set./dez. 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbeped/a/m6qBLvmHnCdR7RQjJVsPzTq/ Acesso em: 09 abr. 2022.
FREIRE, P. A Educação na Cidade. São Paulo: Cortez, 2001.
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996. 143 p.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 71. ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2019.
GATTI, B. A. et al. Professores do Brasil: novos cenários de formação. Brasília: UNESCO, 2019.
IMBERNÓN, F. Qualidade do ensino e formação do professorado: uma mudança necessária. São Paulo: Cortez, 2016.
MARCELO GARCIA, C. Formação de professores: para uma mudança educativa. Porto: Porto Editora, 1999.
MOLL, J. Reflexões introdutórias ao monográfico «Cidade Educadora: olhares e práticas». Pela utopia de cidades educadoras: por um mundo onde todos tenham lugar. kult-ur. Revista interdisciplinària sobre la cultura de la ciutat,
v. 6, p. 27-38, 2019. Disponível em: http://repositori.uji.es/xmlui/handle/10234/159025. Acesso em: 10 abr. 2022.
MORAES, R. Análise de conteúdo. Revista Educação, Porto Alegre, v. 222, n. 37, p. 7-32, 1999.
NÓVOA, A. Escolas e professores - proteger, transformar, valorizar. Colaboração de Yara Alvim. Salvador: SEC/IAT, 2022. 116 p.
NÓVOA, A. Firmar a posição como professor, afirmar a profissão docente. Cadernos de Pesquisa, 2017, v. 47, n. 166, p. 1106-1133. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/WYkPDBFzMzrvnbsbYjmvCbd/?format=pdf Acesso em:
de mai. 2022.
NÓVOA, A. Professores: imagens do futuro presente. Lisboa: Educa, 2009.
ORTIZ, A. C. M. et al. A extensão nos cursos de licenciaturas da universidade franciscana, Santa Maria/RS, Brasil: narrativas de acadêmicos (as) interventores (as) nos territórios educativos. Disciplinarum Scientia. Série: Ciências Humanas, Sana Maria, v. 22, n. 2, p. 151-163, 2021. Disponível em: ttps://periodicos.ufn.edu.br/index.php/disciplinarumCH/article/view/3958/pdf Acesso em: 08 jun. 2022.
PORTAL DE PERIÓDICOS DA CAPES/MEC. Disponível em: http://www. periodicos.capes.gov.br/?option=com_pfaq&controller=Show&view=pfaqsho w&mn=72&smn=85&limitstart=4. Acesso em: 02 jun. 2017.
ROMANOWSKI, J. P.; ENS, R. T. As pesquisas denominadas do tipo “Estado da arte” em educação.
Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 6, n. 19, p. 37-50, dez. 2006. Disponível em: https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/24176. Acesso em: 02 jun. 2022.
SANTOS, B. de S. A universidade no século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da universidade. São Paulo: Ed. Cortez, 2011.
SANTOS, M. O dinheiro e o território. GEOgraphia, v. 1, n. 1, p. 7-13, 1999. Disponível em: https://periodicos.uff.br/geographia/article/view/13360/8560. Acesso em: 02 jun 2022.
SANTOS, Milton. O retorno do território. In: OSAL: Observatório Social de América Latina. Ano 6 no. 16 (jun. 2005). Buenos Aires: CLACSO, 2005. Disponível em: https://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/osal/osal16/D16Santos.pdf. Acesso em: 08 jul. 2022.
SILVA, K. A. C. P. C. da.; CRUZ, S. P. da S. Projetos em disputa na definição das políticas da formação de professores para a educação básica. Revista Práxis Educacional, v.17, nº 46, p. 89-104, jul./set, 2021. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/apraxis/v17n46/2178-2679-apraxis-17-46-89.pdf. Acesso em: 12 nov. 2022.
SIMIONATO, M. F.; HOBOLD, M. de S. Diretrizes curriculares nacionais para a formação inicial de professores: padronizar para controlar? Revista Práxis Educacional, v.17, n. 46, p. 72-88, jul./set. 2021. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/apraxis/v17n46/2178-2679-apraxis-17-46-72.pdf. Acesso em: 23 abr. 2022.
SINGER, H. Territórios educativos. Vol. 2. São Paulo: Ed. Moderna, 2015.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 17ºed. Petrópolis: RJ, Vozes, 2014.
TRILLA BERNET, J. Ciudades educadoras: bases conceituais. In: ZAINKO, M. A. S. et al. Cidades Educadoras. Curitiba: Editora da UFPR, 1997. p. 13-34.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2023 Editora Universitária Champagnat

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os(As) autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com a utilização da Licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0), que permite compartilhar, copiar, redistribuir o manuscrito em qualquer meio ou formato. Permite, também, adaptar, remixar, transformar e construir sobre o material, desde que seja atribuído o devido crédito de autoria e publicação no periódico, para qualquer fim. A Revista Diálogo Educacional proporciona acesso público a todo o seu conteúdo, possibilitando maior visibilidade e alcance dos artigos publicados, com apoio no Public Knowledge Project, que desenvolveu esse sistema para melhorar a qualidade acadêmica e pública da pesquisa e que permite distribuir o OJS e outros softwares de apoio ao sistema de publicação de acesso público a fontes acadêmicas. Ao publicar nesta revista, os(as) autores(as) concordam com os seguintes termos:
- Autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores(as) têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores(as) têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online em blogs pessoais, repositórios institucionais e mídias sociais acadêmicas, bem como postando-os em suas mídias sociais pessoais, desde que seja incluída a citação completa à versão do website da revista, a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
- Autores(as) têm o direito de: a) Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial. b) Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.










