La constitución de un archivo personal en el descuido de la historia colectiva
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.22.075.DS08Resumen
El texto narra la negligencia del agente público sobre los documentos que registran la historia de un sistema escolar municipal, y la consecuente constitución de un archivo personal, en descuido de la historia colectiva. Con base en tal narrativa, comparte reflexiones sobre el poder de un archivo personal, apuntando posibilidades de uso y consideraciones derivadas del almacenamiento de este material, considerando la relevancia para la historia de la educación de las redes y sistemas de educación pública. Metodológicamente, el texto se basa en una investigación descriptiva, de corte longitudinal retrospectivo, construido desde un enfoque dialéctico, con un procedimiento analítico reconstructivo y sustentado en una revisión bibliográfica. El corpus empírico de reflexión se basa en documentos de guardia personal, relacionados con un sistema escolar municipal del interior de Rio Grande do Sul, rescatados de procesos de exclusión física y mantenidos en custodia privada durante 20 años. Además de presentar los documentos que componen la colección, el desarrollo del texto expone reflexiones sobre los usos de un archivo personal y su relevancia para la historia de la educación, además de trabajar con los conceptos de memoria colectiva, de Maurice Halbwachs y lugar de la memoria, de Pierre Nora. En resumen, las reflexiones tejidas apuntan de manera concluyente que los documentos que figuran en el archivo personal son compatibles con la relevancia de la historia de la educación, y la fuerza empírica de los datos contenidos en los documentos de la colección indica que el archivo puede constituir un lugar de la memoria, guardando posibilidades de una memoria colectiva.
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