Tecnología e historias de vida
emancipación freiriana en las disciplinas de la inteligencia artificial
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.23.077.AO02Resumen
El problema es que el uso excesivo de los recursos tecnológicos en un sentido amplio puede inducir a algunas personas a retirarse de la vida social, y con ello, la pregunta guía es: ¿ cómo pueden las tecnologías contribuir a la emancipación de los individuos, desde una educación tecnológica a través del currículo? Se entiende la hipótesis de que la tecnología asociada a la afectividad puede conducir a un proceso de emancipación. Este estudio se basa en las concepciones de currículo de Sacristán (2000), de tecnología de Vieira Pinto (2005); de historia de vida de Bertaux (2010); de afectividad de Wallon (1975), y de emancipación de Freire (1987). Esta investigación se justifica, dentro de la visión freireana, para tratar de acercarse a cómo se diseña una formación de profesionales en el área, desde el currículo prescrito (oficial), y con ello, vislumbrar posibles rumbos en la relación entre sociedad y tecnología. El objetivo general es presentar las relaciones de los cursos de tecnología con las discusiones sobre el aprendizaje a través de la afectividad en las disciplinas de inteligencia artificial del curso de Sistemas de Información de 10 universidades federales. La metodología es bibliográfica de autores que reflexionan sobre la afectividad, así como, exploratoria, para hacer uso del currículo. Los resultados indican que es posible dirigir los temas de la disciplina de la inteligencia artificial a la afectividad. Como conclusión, tenemos en este estudio una alternativa viable y práctica para pensar en una sociedad equitativa, basada en estudios tecnológicos.
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