A LGBTQIAfobia sob o prisma das representações sociais de docentes
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.21.069.AO06Resumen
A LGBTQIAfobia é a manifestação arbitrária que consiste em qualificar o outro como contrário, inferior ou anormal. Com o objetivo de analisarmos as faces dessa violência, por meio das representações sociais de docentes, nos questionamos: de que forma os atos de discriminação e exclusão, contra estudantes Lésbicas, Gays, Bissexuais, Bigêneros, Travestis, Transexuais, Transgêneros, Queers, Questionadores, Intersexos, Indecisos, Assexuados e Aliados — LGBTQIA — são manifestos no ambiente escolar? Na tentativa de responder ao problema proposto recorremos à pesquisa descritiva exploratória, realizada a partir da aplicação de um questionário sócio demográfico e de uma entrevista semiestruturada, com trinta e oito educadores dentre diretores escolares, pedagogas exercendo atividades administrativas pedagógicas e professoras de Biologia, de escolas de ensino médio, de treze municípios da região norte do Estado do Paraná. O corpus analítico foi categorizado conforme a análise de conteúdo e apoiado na Teoria das Representações Sociais proposta por Moscovici (2015). Os resultados obtidos apontaram para a organização de três núcleos de representações, pautados nos estudos de Bardin (2016): LGBTQIAfobia: violência, reprodução da exclusão e o amparo legal; o direito autorizado de quem fala e; estratégias positivas de enfrentamento. Depreendemos a partir desses dados, que essa investigação, somada às inúmeras outras existentes, estruturadas em entrevistas com um grupo social de professores, demonstra que nós educadores podemos e devemos institucionalizar orientações e abordagens acerca da diversidade sexual e do combate e prevenção a LGBTQIAfobia, pois, consideramos que a ausência deste debate causa grande impacto e relevância na vida escolar daqueles estudantes.
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