Grupos de pesquisa: o acolhimento aos habitantes, visitantes e transeuntes de um ambiente virtual
DOI:
https://doi.org/10.7213/rde.v10i31.2386Resumen
Este artigo é fruto da análise de uma experiência bimodal planejada em grupo de estudos inserido no contexto de um grupo de pesquisa chamado Grupo de Estudos Professor Escola e Tecnologias Educacionais (Gepete) e seu grupo de ingresso chamado Gepetinho. A temática de estudo centrou-se na tríade professor, escola e tecnologias educacionais. Sendo assim, os dados analisados são advindos da estruturação de um grupo de estudos que se desenvolve ao longo de um ano, tornando-se um grupo de pesquisa, cadastrado no CNPq, e que se dedica a pesquisas relativas às necessidades, conflitos e desafios inerentes ao educar na Sociedade da Informação. Tem seu foco na formação continuada de professores, basicamente em três linhas de pesquisa: educação a distância, formação de professores para o uso das TIC e tecnologia digital em música. Buscamos discutir aspectos necessários na proposição de formação continuada do professor, considerando o seu desejo em desenvolver-se profissionalmente por meio de formações bimodais e estrutura de grupo de pesquisa. Para a referida discussão e embasamento utilizamos autores como: Aretio (2001), Gadotti (2003), Scherer (2005), Brito (2006), Brito e Purificação (2006) e Behrens (2007). A análise permitiu evidenciar que independente das categorias (habitantes, transeuntes ou visitantes) em que professores orientadores e tutores se encaixem, tanto no Gepete quanto no Gepetinho houve a orientação e o amparo aos participantes. As ações e aprendizados foram se construindo de maneira cooperativa e colaborativa, nascidas do desejo e do compromisso profissional de cada um dos participantes em construir uma educação comprometida com seu tempo.Descargas
Citas
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