Memórias de leitura literária
o tempo vivido e a formação de professoras
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.22.075.AO04Resumo
A pesquisa situa-se no campo da formação docente e tem por objetivo mapear práticas de leitura de professoras, retomando experiências e vivências que as constituíram leitoras de literatura. O estudo foi realizado por uma abordagem qualitativa e contou com a participação de 94 professoras dos anos iniciais do Ensino Fundamental atuantes em escolas públicas de Montes Claros – Minas Gerais. O problema de pesquisa foi formatado pela seguinte questão norteadora: As experiências vividas pelas professoras possibilitaram condições para a sua constituição leitora, como sujeitos que compreendem a linguagem literária em sua dimensão expressiva e humanizadora? Para o processo de coleta de dados foi aplicado questionário composto por questões abertas, privilegiando os processos mediados pela linguagem. Constatamos que o acesso aos textos e à leitura se processou, sobretudo, pela mediação da escola, em que as professoras vivenciaram experiências de leitura de histórias em livros didáticos e outros cânones escolares, sendo que as dificuldades de alfabetização constituíram fator limitador do prazer de ler. Com Batista (1998), concluímos que as professoras participantes do estudo são leitoras escolares e, com Britto (1998), que elas são leitoras interditadas – o que implica dizer que, como produto de uma sociedade letrada, acessam diferentes tipos de textos, mas não apresentam as características comuns aos leitores plenos.
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