O Paradigma da Complexidade
contexto transdisciplinar para uma educação emancipadora
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.25.086.DS01Palavras-chave:
Paradigma da Complexidade, Transdisciplinaridade, Educação emancipadoraResumo
Este texto propõe reflexões ao reconhecer abordagens educacionais emergentes como desdobramentos do paradigma educacional da complexidade, satisfazendo as necessidades desse terceiro milênio. Para a compreensão dos conceitos entrelaçados, a metodologia utilizada foi a pesquisa qualitativa, à medida em que buscou-se pela compreensão dos fenômenos estudados, interpretando contextos e teorias sobre o panorama complexo e seus desdobramentos na contemporaneidade. Em contraposição à afirmação de que ainda não foi possível implantar todos os procedimentos pelos quais a educação vem se esforçando desde o início do século XX, com os paradigmas inovadores, deve-se reconhecer que, mesmo que em proporções mínimas e em doses homeopáticas, colhe-se frutos dos esforços conquistados. Entre os principais autores citados estão Paulo Freire (2020; 2020b; 2020c), como sua abordagem progressista educacional, extremamente relevante para o desenvolvimento da complexidade, e Edgar Morin (2015; 2018; 2020), justamente pela maneira como apresenta seu pensamento complexo, edificador do paradigma vigente. Ao final, pode-se concluir que esta perspectiva amplia os horizontes do ensino-aprendizagem, estimulando a construção coletiva do saber ao preparar sujeitos éticos e solidários para enfrentar os desafios globais e existenciais do século XXI, lembrando-se sempre que é no espaço simbólico do coração que reside a chave para superar a crise planetária atual.
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