Black Mirror e o espetáculo revisitado: um estado da arte e algumas reflexões
DOI :
https://doi.org/10.7213/1981-416X.19.062.DS12Résumé
Este artigo discute aspectos da série de televisão britânica Black Mirror, criada por Charlie Brooker em 2011 – e no ar desde então –, com enfoque nas áreas da Educação e Comunicação e apresenta um estado da arte. O intuito é tensionar alguns temas e revisitar certos conceitos a partir de um mapeamento das produções acadêmicas sobre esta série no Brasil até o momento, a partir das seguintes fontes pesquisadas: o Portal brasileiro de publicações científicas em acesso aberto (oasisbr); o Portal de Livre Acesso à Produção em Ciências da Comunicação (Portcom); o Repositório Institucional da Universidade Federal de Santa Catarina (RI/UFSC); a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD); e o Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES. A análise dos dados sugere que a série vem ganhando destaque no cenário acadêmico brasileiro, e a partir da ideia de espetáculo revisitado, o texto tece algumas considerações sobre alguns temas recorrentes acerca dos usos das novas tecnologias digitais e das relações sociais mediadas por dispositivos complexos no contemporâneo - uso e controle das mídias, vigilância e estruturas de poder, desumanização, cegueira moderna, relações sociais contemporâneas -, discutidos a partir de um ou mais episódios da série. A partir de um dos fios condutores nas diversas tramas, a crítica ao uso distorcido da tecnologia que parece cada vez mais assemelhar-se a aspectos da realidade, o texto discute a ideia de espetáculo de modo a atualizar a relação entre coisa, imagem e sujeito a partir de novos modos de sentir no contemporâneo.
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