Currículos experimentales:
fuerzas que generan aprendizaje diferencial en la educación de la primera infancia
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.25.087.DS09ENPalabras clave:
Curriculum, Experimentation, Sensitive Education, Early Childhood Education, Philosophy of DifferenceResumen
Este artículo analiza el concepto de experiencia/experimentación desde la perspectiva de la educación de la sensibilidad, con el objetivo de problematizar las fuerzas que constituyen, diferencian y producen experiencias de aprendizaje, tanto singulares como plurales, las formas subjetivas. Considera la necesidad vitalista de acompañar los movimientos minoritarios, gestos menores que dan origen al currículo como evento. Argumenta que, en la etapa de Educación Infantil, el currículo se desarrolla a través de la fuerza de la experiencia. Buscando definir un concepto de experiencia/experimentación desde la perspectiva de la diferencia, se basa en Manning, Lapoujade, Carvalho y Deleuze para defender un concepto de experiencia vinculado a existencias mínimas que, en el transcurso del tiempo, implican el establecimiento de un aprendizaje inventivo. Opera siguiendo las líneas de deseo y movimiento de una cartografía, dibujada con las intensidades experimentadas en los encuentros educativos que se desarrollan en la Educación Infantil, lo que ha impulsado la investigación de los autores de este artículo, afirmando el compromiso con el aprendizaje inventivo, en una enseñanza de la diferencia en un currículo experimental.
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