Interações e brincadeiras
o currículo das infâncias como experiências do “não ver”
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.25.087.DS01Palabras clave:
Currículos, Infâncias, Interações, Brincadeiras, ExperiênciaResumen
El artículo propone una reflexión sobre el currículo de la Educación Infantil a partir de las nociones de acontecimiento, desconstrucción y experiencia, en diálogo con las obras de Jacques Derrida y Clarice Lispector. La epígrafe de Memorias de ciego, de Derrida, y fragmentos de Agua Viva, de Lispector —donde se evidencia una escritura marcada por el “no ver”— son tomados como metáfora de la imprevisibilidad que constituye los currículos vividos con las infancias. Retomamos las políticas curriculares más recientes para la educación infantil —las Directrices Curriculares Nacionales para la Educación Infantil (DCNEI, 2009) y la Base Nacional Común Curricular (BNCC, 2018)— donde se evidencia la centralidad de las interacciones y los juegos como ejes estructurantes de la práctica pedagógica en la Educación Infantil, como posibilidad de problematizar la forma en que tales elementos pueden ser capturados por una lógica prescriptiva. En otra dirección, argumentamos a favor de un currículo como acontecimiento imprevisible, movimientos de alteridad y procesos de subjetivación que escapan a la normatividad, asociándolo a la metáfora de la “escritura ciega” de Derrida, como potencia para pensar un currículo que se construye en el encuentro con el otro y con lo inesperado —no como error, sino como gesto creador. Del mismo modo, el flujo discontinuo y no lineal de la escritura de Clarice Lispector es convocado como imagen de un currículo inventivo, abierto a la diferencia y a la multiplicidad de las infancias, como una invitación ética y estética para pensar la escuela como un espacio de experiencias compartidas, donde las interacciones y los juegos, así como el currículo, funcionan como actos de invención, resistencia y expresión de las diferencias.
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- Interactions and play (English)
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