Educação Inclusiva, Saúde e EJA

Desafios Intersetoriais na Formação de Professores

Autores

DOI:

https://doi.org/10.7213/1981-416X.26.088.AO04

Palavras-chave:

Formação docente, Saúde Mental, Práticas pedagógicas inclusivas, Educação de Jovens e Adultos

Resumo

Este artigo propõe examinar como a formação inicial e continuada pode integrar, de maneira coesa, as políticas públicas de saúde mental, mas não se referindo, especificamente, a deficiência mental; a educação inclusiva para práticas pedagógicas mais equitativas na Educação de Jovens e Adultos (EJA), levando em conta suas particularidades emocionais, sociais e educacionais. Os objetivos delineados são: analisar o tratamento da saúde mental e da educação especial e inclusiva na formação docente para a Educação de Jovens e Adultos (EJA); identificar estratégias pedagógicas inclusivas que atendam às demandas emocionais e necessidades educacionais específicas dos estudantes; e refletir sobre diretrizes para an integração intersetorial entre políticas educacionais inclusivas e políticas públicas de saúde na formação de professores. A pesquisa, de natureza qualitativa, baseia-se em revisão bibliográfica, análise documental e levantamento de práticas in programas oficiais do Ministério da Educação e de governos estaduais, utilizando referências como Barcelos (2007), Borges e Souza (2023) e Paiva (2009). A justificativa foca na necessidade de apoiar estudantes da EJA que frequentemente enfrentam evasão escolar, vulnerabilidade social, exclusão educacional e fragilidades em saúde mental. Portanto, argumenta-se que a formação de docentes deve capacitar educadores a responder de forma crítica, sensível e intersetorialmente integrada às políticas públicas de saúde e educação inclusiva, promovendo uma educação mais equitativa e verdadeiramente inclusiva para este grupo historicamente marginalizado.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Andre Luis Dolencsko, Universidade Brasil

Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (2023), Especialista em Processos Didáticos-Pedagógicos para cursos na modalidade à distância pela UNIVESP (2023), Especialista em Gestão Escolar pela Universidade Anhembi Morumbi (2020), Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Campinas UNICAMP (2018), Especialista em Educação a Distância pelo Instituto de Cursos Superiores SEB (2010) e Licenciado em Pedagogia pelo Instituto de Cursos Superiores SEB (2008). Possui experiência na Docência; Assessoria Pedagógica; Supervisão Educacional; Gestão de Projetos; Gestão de Conteúdos Pedagógicos; Coordenação de Cursos de Licenciatura e Direção Educacional. Atualmente, é Coordenador Geral dos cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu, Lato Sensu e Vice Coordenador Estadual de São Paulo da Escola em Tempo Integral do Ministério da Educação. É membro pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Políticas e Avaliação Educacional GEPALE UNICAMP. Sua tese foi indicada ao Prêmio CAPES de Tese 2023. Na docência e pesquisa, atua principalmente com as seguintes áreas: políticas educacionais; saúde mental; carreira docente; formação docente; educação integral; educação especial e inclusiva; educação de jovens e adultos e tecnologias educacionais.

Patricia Margarida Farias Coelho, Universidade Brasil

Doutora em Comunicação, Professora titular do Programa de Pós-Graduação em Educação (Escola de Comunicação, Educação e Humanidades).

Downloads

Publicado

2026-03-26

Como Citar

Dolencsko, A. L., & Coelho, P. M. F. (2026). Educação Inclusiva, Saúde e EJA: Desafios Intersetoriais na Formação de Professores. Revista Diálogo Educacional, 26(88), p. 585–600. https://doi.org/10.7213/1981-416X.26.088.AO04