Relación entre estilos de aprendizaje en ambientes a distancia e inteligencia emocional en alumnos de licenciatura
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.20.064.DS07Resumo
La manera en la que un discente aprende depende de diversos factores como los familiares, ambientales, personales, cognitivos y emocionales. Un estudiante puede preferir una forma de aprender, lo cual está relacionada directamente con su estilo de aprendizaje; pero también puede formarse mejor dependiendo de las emociones que presente a la hora del acto mismo de educarse. Si a lo anterior se les añade la incorporación de TIC en programas educativos en modalidades a distancia, el panorama adquiere otro matiz distinto. Por lo anterior, la presente investigación tuvo como propósito relacionar los Estilos de Aprendizaje en ambientes a distancia con algunos factores de Inteligencia Emocional de alumnos de pregrado de una Universidad del Sur de Sonora, México. La investigación fue de tipo cuantitativa, no experimental y correlacional. La muestra fue de 193 estudiantes universitarios de diversas carreras matriculados en agosto de 2018. Se utilizaron dos cuestionarios el Quirón Test para los Estilos de Aprendizaje y el Cuestionario de Inteligencia Emocional-CIE. Se analizaron los datos por estadísticos descriptivos, pruebas de normalidad, análisis de correlación y comparación de dos muestras independientes. Se identificó que los estudiantes que obtienen mayores valores en los Estilos de Aprendizaje Analítico, Global, Dependiente, Teórico y Práctico obtienen menores valores en las cuatro dimensiones emocionales. Los discentes con mayores puntuaciones en el Estilo de Aprendizaje Verbal tienen menores valores en Autorregulación, Autoeficacia y Empatía. También, el género y el tipo de carrera influyeron en los valores obtenidos. Se concluyó que hay relación entre Estilos de Aprendizaje e Inteligencia Emocional.
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