“Black Mirror” e aprendizagens em rede: distopia, retrotopia e utopias em vivências (trans)formadoras na educação
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.19.062.DS09Resumo
O presente artigo apresenta três experiências de pesquisa desenvolvidas pelo Grupo de Pesquisa Aprendizagem em Rede, fomentadas com episódios da série de TV britânica “Black Mirror - BM”. Tendo como objetivo os estudos da cultura e educação digitais, a primeira vivência (trans)formativa se deu no interior do grupo de estudos, seguida de outra que envolveu o grupo e estudantes da Faculdade de Educação e uma última, com jovens que cumprem medidas sócioeducativas em regime semi-aberto. Sob o viés teórico de estudos recentes da cibercultura, destacam-se conceitos tratados por Pierre Lévy (1999, 2014) e por André Lemos (2018), em diálogo com conceitos de distopia (JACOBY, 2007), retrotopia (BAUMAN, 2017) e utopia (FREIRE, 2006a). A análise, em meio a pesquisa narrativa (CLANDININ e CONNELLY, 2011), considerou que no mundo atual coexistem movimentos
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