Inclusão digital para mulheres em situação de vulnerabilidade social: a percepção dos formadores
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.18.058.DS10Resumo
Este artigo se dedica a uma reflexão sobre a inclusão digital, por meio de processos formativos para mulheres em situação de vulnerabilidade social, alvo das políticas sociais de combate à pobreza. Para isso, analisa as percepções de docentes e servidores do Programa Mulheres Mil sobre a relação destas mulheres com a cultura digital. Os resultados apontam que os professores não identificam a existência de relações das mulheres-alvo do programa com as TIDC tampouco como sujeitos da cultura digital, reduzindo a inclusão digital ao repasse instrumental de conteúdos básicos de informática. Discutimos que, mesmo iniciantes no manejo do computador e internet, elas têm familiaridade com outras tecnologias, como o celular, principal instrumento de contato entre as estudantes e os agentes das políticas públicas, além de serem diretamente controladas pelos sistemas de monitoramento das exigências destas políticas ou das organizações de seus trabalhos. Como integrantes da sociedade atual, as mulheres do Programa Mulheres Mil têm o direito a compreender a cultura em que vivem para que possam interagir de forma crítica, sem que sejam apenas usuárias ou consumidoras inconscientes.
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