Nietzsche e a viagem como cura: páthos de distância e grande saúde

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.1590/2965-1557.038.e202633723

Palabras clave:

Nietzsche, Grande saúde, Saúde, Viagem

Resumen

Este artigo tem como objetivo examinar a cura — ou a grande saúde — como resultado da viagem, moldada pelas paisagens, climas e rotas percorridas por Nietzsche. Busca mostrar a importância que o filósofo atribuía ao pathos da distância como um necessário afastamento das fontes da doença (simbolizadas por Bayreuth), tornando a saúde possível por meio da solidão. A viagem de Nietzsche a Sorrento e sua estadia na Villa Rubinacci são discutidas no contexto de um itinerário de cura do mal wagneriano, marcado por uma crise cujo monumento duradouro seria seu livro Humano, Demasiado Humano. Em última instância, o artigo aponta para a filosofia da errância de Nietzsche como a possibilidade da grande saúde.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Jelson Roberto de Oliveira, Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Professor do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUCPR.

Doutor em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos.

Leonardo Pablo Origuela Santos, Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Doutorando em Filosofia na PUCPR

Descargas

Publicado

2026-01-07

Cómo citar

Roberto de Oliveira, J., & Origuela Santos, L. P. (2026). Nietzsche e a viagem como cura: páthos de distância e grande saúde. Revista De Filosofía Aurora, 38. https://doi.org/10.1590/2965-1557.038.e202633723

Número

Sección

Las viajes de Nietzsche desde una perspectiva filosófica