Paternalism and health promotion: epistemic and social (in)justices
DOI:
https://doi.org/10.7213/rev.dir.econ.soc.v16i3.32792Keywords:
architecture of choice; nudging; paternalism; health policy; health promotion.Abstract
Individual attitudes influence public health issues, and it is essential that the government intervene to reduce inequalities and encourage healthy behaviors, even if this measure may be considered paternalistic. Taking this into account, the article analyzes the extent to which paternalism in regulatory actions can promote public health. In this sense, paternalism is questioned as a government measure aimed at protecting individuals from rational errors and promoting their health. The research problem analyzes the epistemic and social injustices related to paternalism and health promotion, considering current movements that seek to increase interest in and access to public and private health services. Methodologically, the approach is deductive, based on a review of literature, using bibliographic research and dialectical methods. In conclusion, it is observed that health awareness campaigns can increase inequalities, while nudging in public policies proves to be more effective in reducing these disparities, despite the controversies.
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