Políticas Curriculares para a Educação Infantil
influências globais e traduções locais no Brasil e Portugal
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.25.087.DS06Palavras-chave:
Educação Infantil, Políticas Curriculares, Organismos Internacionais, Globalização, Base Nacional Comum Curricular, Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolarResumo
Este estudo analisa a influência de organismos internacionais nas políticas curriculares da Educação Infantil no Brasil e em Portugal, investigando como as diretrizes globais são interpretadas e recontextualizadas na construção de currículos nacionais. A pesquisa adota abordagem qualitativa, de caráter bibliográfico e articulada à análise documental das políticas curriculares nacionais dos dois países — a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar (OCEPE) — fundamentada no Ciclo de Políticas de Ball (2011, 2022), e atenta às especificidades históricas, políticas e econômicas de cada contexto. Os resultados revelam que, embora compartilhem trajetórias históricas convergentes, Brasil e Portugal diferem quanto ao grau de autonomia na elaboração de políticas educativas. Observa-se uma crescente articulação entre as políticas curriculares com diretrizes internacionais, com ênfase no desenvolvimento de competências, padronização curricular e alinhamento às demandas do mercado global. O estudo contribui para o debate sobre formulação de políticas educacionais ao destacar as contradições da BNCC, a persistente fragmentação da Educação Infantil e a necessidade de fortalecer perspectivas democráticas e culturalmente situadas, capazes de resistir às pressões homogeneizadoras do capitalismo global.
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