Brincadeiras lúdico-agressivas na Educação Infantil
lógicas infantis e adultas em disputa
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.25.085.DS07PTPalavras-chave:
Educação Física, Educação Infantil, Brincadeiras de luta, Brincadeiras lúdico-agressivas, Culturas infantisResumo
Este estudo analisa representações de adultos e crianças sobre brincadeiras lúdico-agressivas no cotidiano da Educação Infantil, considerando-as como práticas fundamentais para os processos de socialização e a produção de culturas infantis. A pesquisa, de caráter etnográfico, foi realizada em um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) em Vitória/ES, com dados coletados por meio de narrativas, entrevistas, vídeos e registros em diário de campo. Os participantes incluíram duas professoras de Educação Física, 40 crianças de 4 e 5 anos, uma secretária, uma pedagoga e o diretor da escola. A análise revelou três categorias principais: (in)segurança na brincadeira, percepção e registro da realidade. Observou-se que as representações das professoras refletiam uma cultura de cuidado, marcada por um discurso tradicional, mas que evoluiu para uma abordagem mais compreensiva e tolerante, ao reconhecer a importância das brincadeiras para a aprendizagem e o convívio social. Os resultados destacam que, em consonância com os eixos norteadores do currículo da Educação Infantil, as brincadeiras lúdico-agressivas favorecem o desenvolvimento de competências socioemocionais, a convivência com as diferenças e a expressão por múltiplas linguagens. O estudo reforça a necessidade de valorizar essas práticas no planejamento pedagógico, reconhecendo o protagonismo infantil e a ludicidade como elementos essenciais da educação.
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