A formação docente para educação profissional por meio de um curso de extensão com tecnologias emergentes e escolarização aberta
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.21.071.DS13Resumo
Este artigo explora a “escolarização aberta” promovida pela União Europeia cujo foco é a coaprendizagem formal, não-formal e informal por meio da cooperação entre estudantes, cientistas e comunidades para resolver problemas reais da vida visando educação profissional sociocientífica e cidadania responsável. O objetivo deste estudo foi compreender as práticas, estratégias e necessidades de professores interessados em inovação educacional com tecnologias emergentes e escolarização aberta. Este estudo de métodos mistos foi apoiado por um instrumento reflexivo semiestruturado do projeto CONNECT de escolarização aberta. Este projeto visa empoderar jovens apoiados em pesquisa e inovação responsáveis, ciência-ação e “diversão emancipatória" – prazer intrínseco de aprender. Os participantes foram 34 professores de escolas de ensino médio, incluindo educação profissional, técnica e vocacional no Brasil, que concluíram um curso de extensão sobre o uso de tecnologias emergentes. Os resultados destacam vários desafios para professores ainda centrados no ensino tradicional transmissivo: ensinar habilidades de pesquisa com problemas da vida real; ajudar os estudantes a gerar perguntas com visões baseadas em evidências; avaliar o quão bem os estudantes usam as evidências para formar um argumento e elaborar narrativas científicas e promover discussão sobre ciência na sociedade em sala de aula. Além disso, quatro estratégias de ensino e aprendizagem dos professores precisam tornar-se mais frequentes para que estudantes possam: elaborar questões científicas sobre o tópico abordado; desenvolver projeto de investigação colaborativa; usar jogos colaborativos com divisão de papéis e dialogar sobre questões científicas atuais.
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