Escolarização da infância em cidades de colonização recente de Mato Grosso
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416x.17.051.ds03Resumo
O presente artigo se insere nas discussões sobre os processos históricos de fundação e constituição da educação em cidades de Mato Grosso, colonizadas no século XX, de modo a conhecer, analisar e contribuir para com o entendimento da seguinte problemática: Como fora tratada a escolarização da infância durante o “estímulo” à ocupação territorial do estado entre os anos de 1960 a 1980? A pesquisa se desenvolveu na perspectiva da Nova História Cultural. A delimitação do estudo justifica-se em razão do processo de colonização por empresas privadas terem iniciado seus trabalhos a partir da década de 1960, ocasionando acentuado processo migratório para o território mato-grossense, principalmente para as regiões que receberam um forte estímulo do estado para tornar essas localidades produtivas economicamente. Para tal, as cidades de Tangará da Serra e Alta Floresta serviram de lócus para tal investigação, por terem sido criadas e administradas por colonizadoras privadas que atraíram a migração de colonos da região Sul e Sudeste do Brasil para trabalhar com o cultivo de terras no estado de Mato Grosso. As empresas colonizadoras buscavam concretizar seus interesses, e, para tal, assumiam a responsabilidade de todo o empreendimento como as obras de infraestrutura, medição e demarcação das terras, abertura de estradas vicinais, implantação de núcleos urbanos, instalações de serviço de saúde, educação, ações sociais, entre outros. A pesquisa possibilitou perceber que as iniciativas voltadas para a escolarização da infância, embora contassem com o compromisso do estado e das colonizadoras, foram resultantes de iniciativas dos próprios migrantes.Downloads
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