Mulheres com deficiência na Educação Superior: afirmação de direitos e processos de autonomia
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.21.068.DS09Resumo
Na última década houve uma ampliação de acesso aos espaços institucionais e garantia de direitos para pessoas com deficiência através da criação de políticas afirmativas em paralelo com uma forte mobilização do movimento das mulheres na reivindicação por direitos. Diante dessas mudanças sociais e políticas inclusivas e afirmativas buscamos observar as trajetórias de mulheres com deficiência na Educação Superior com o objetivo de investigar como essa modalidade possibilita processos de autonomia de mulheres com deficiência nos aspectos sociais, culturais e políticos. Como metodologia desenvolveu-se uma pesquisa exploratória de acordo com Gil (2010) na Universidade Federal de Santa Maria. A análise dos dados se deu mediante categorização dos temas, conforme Bardin (2002). As categorias trabalhadas a partir das trajetórias referem-se a: família; mudanças; experiências e aprendizagens. Como resultados refletimos acerca das possibilidades da criação de processos de autonomia dessas mulheres considerando que tais processos estão atrelados a determinantes como raça e classe social. Evidencia-se ainda a necessidade da afirmação de direitos como possibilidade de deslocar mulheres com deficiência de uma condição de dependência e falta, para compreendê-las como possuidoras de outras formas de ser e agir no mundo.
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