Racismo, Derechos Humanos, y Educación Superior en América Latina
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.20.065.DS06Resumo
Este artículo pone de relieve el carácter histórico estructural del racismo en las sociedades latinoamericanas y como su “naturalización” afecta las posibilidades de que personas y comunidades de pueblos indígenas y afrodescendientes puedan ejercer plenamente el derecho a la educación, con especial atención a la Educación Superior. El análisis enfatiza que este problema no solo afecta la calidad de la Educación Superior, sino también el ejercicio efectivo de derechos humanos establecidos en las normativas internacionales en la materia, y que forman parte de las constituciones nacionales y leyes de los países de la región y que los Estados tienen el deber de asegurar. Puntualiza, además que la incidencia de este problema ha sido reconocida por la 3ra. Conferencia Regional de Educación Superior de América Latina y el Caribe (CRES 2018), cuya declaración final incluyó recomendaciones respecto del papel que deberían jugar las instituciones de educación superior en la erradicación del racismo al interior de sus comunidades y en la sociedad en general. Con el fin de contribuir a hacer posible la puesta en práctica de estas recomendaciones propone contextualizar la idea de “racismo estructural” y desagregarla diferenciando entre factores estructurales propiamente dichos, otros específicos de los respectivos sistemas de Educación Superior, a los que denomina sistémicos, otros propios de cada IES en particular a los que denomina institucionales, y finalmente otros propios de personas que estudian o trabajan en estas instituciones, a los que denomina subjetivos.
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