Diários visuais e/ou textuais como laboratório de criação de si: movimentos transversais na docência universitária
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.21.068.DS11Resumo
Este artigo busca pensar a formação na docência universitária a partir da perspectiva das filosofias da diferença, uma formação que “acontece” em meio aos seus processos e encontros imprevistos, sem uma forma a priori a ser alcançada. Escritos de autores e autoras como Ribetto (2011), Pereira (2010a, 2010b), Loponte (2008, 2014), Hardt (2006) e Corazza (2013) se mostram como ferramentas potentes para pensar desdobramentos a partir dessa perspectiva, ou seja, uma formação que é pensada como um campo vivo e aberto, sempre a se fazer. São articulados também à escrita, três diários visuais e/ou textuais, os quais foram produzidos pelas autoras deste artigo em seus percursos como professoras no contexto da universidade. Assim, busca-se pensar: Como os diários visuais e/ou textuais podem funcionar como laboratório de criação de si na docência universitária? Dessa forma, intentou-se pensar o cenário formativo como um laboratório de experimentação, possibilitando colocar a docência em tensionamento com elementos/alimentos (ROLNIK, 2006) que não necessariamente dizem de docência, mas que funcionam como elementos potentes para produzi-la. A perspectiva cartográfica, enquanto estratégia de investigação processual (DELEUZE; GUATTARI, 1995), impeliu as autoras a investir em linhas transversais (GALLO, 2006; GUATTARI, 2004) junto aos diários visuais e/ou textuais (CARDONETTI; OLIVEIRA, 2015; OLIVEIRA, 2011, 2013, 2014) produzidos em suas experiências educativas. Junto desse movimento de pesquisa pensa-se/opera-se uma formação docente que se dá na singularidade de seu acontecer.Downloads
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