O movimento de transição da Educação Rural para Educação do Campo: contradições e tensionamentos
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.18.059.AO06Resumo
Este artigo tem por objetivo apresentar o movimento de transição da Educação Rural para a Educação do Campo, por meio do estado da arte acerca das pesquisas sobre as políticas públicas para a Educação do Campo publicadas entre os anos de 1996 a 2017 na área de conhecimento da Educação, buscando os históricos de produção e as contradições e tensionamentos presentes. Para efetuar essa busca, utilizamos como fontes as produções depositadas no repositório da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e na base de dados da Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD). Para isto, elegemos as palavras de busca: PROCAMPO, PRONACAMPO, PRONERA, Educação do Campo, e políticas para o rural. A escolha do período histórico ao qual delimitamos esta pesquisa assume como ponto de partida os primeiros grandes eventos em nível nacional a abordar as políticas para a Educação do Campo: a promulgação da LDB 9.394/96 e o Encontro Nacional de Educadores e Educadoras do Campo (ENERA) ocorrido em 1997. Os documentos oficiais — como a LDB (1996), as Diretrizes Operacionais por uma Educação Básica do Campo (2002) e o Decreto nº 7.352 de 04 de novembro de 2010 — representam fontes presentes nas pesquisas que discutem a implementação e gestão das políticas públicas para a Educação do Campo. Assim, também destacamos que as pesquisas produzidas sobre políticas públicas para a Educação do Campo se concentram em maior número a partir de 2009 até a atualidade. Como principais resultados, identificamos que as demandas apresentadas pelos movimentos sociais foram consideradas em pesquisas acadêmicas (teses e dissertações), como também fortaleceram a Educação do Campo, na área de conhecimento da Educação, e traduziram as contradições e tensionamentos presentes na questão.
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