Políticas Educacionais para a educação superior e os dilemas das licenciaturas: questões curriculares

Neide Cavalcante Guedes, Rita de Cássia Prazeres Frangella

Resumo


O presente artigo objetiva discutir como as politicas educacionais para o ensino superior tratam os dilemas enfrentados pelos cursos de licenciaturas, considerando que compete à Universidade como lócus de formação, garantir aos futuros profissionais a integração ensino, pesquisa e extensão. Tomamos como foco de investigação as Diretrizes Curriculares para a formação inicial e continuada definidas na Resolução Nº 2, de 1º de julho de 2015. Para o desenvolvimento do estudo apresentamos os aportes teóricos que subsidiaram nossas discussões, dando destaque a Lopes e Macedo (2011) e Frangella (2016) a partir das quais assumimos a compreensão sobre o currículo como um processo dialógico cujos sentidos não são e nunca serão transparentes, pois são produzidos em meio à negociação, à articulação. Argumentamos que essa perspectiva nos orienta a empreender análises que, para além de binarismo e dicotomias, se voltem para a articulação, deslocamento entre as diferentes esferas observando como as relações inter e intracontextuais operam.


Palavras-chave


Políticas educacionais. Cursos de licenciaturas. Diretrizes curriculares.

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DOI: https://doi.org/10.7213/1981-416X.17.054.DS04

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