Education, culture and childhood in the Playground: city of São Paulo (1947-1957)
DOI:
https://doi.org/10.7213/rde.v14i43.2089Resumo
The article analyzes the Internal Bulletin of the Division of Education, Assistance and Recreation [Divisão de Educação, Assistência e Recreio] which was an office of the Department of Education and Culture [Departamento de Educação e Cultura], in the city of São Paulo. This bulletin was published in the period from 1947-1957, as a tool for Children's Playground’s teacher training. The Playground was an educational institution that cared for children from 3 to 12 years of age. The theoretical perspective adopted does not consider the school culture as an autonomous entity, because it sees the educational phenomenon as a constitutive element of social relationships. Therefore, the Bulletin is understood as a cultural product that manifests these social relations and involves members of the Division, educators, and staff. It appears that the publication tried to give guidelines to all Children’s Playground institutions, and teacher training occurred through the organization of professional procedures, publication of theoretical texts, exercises as well as activities models, which guided the program for the institutions. Children’s Playground is shown as not diverging from the school institution, configuring a curriculum proposal that created a selective version of knowledge and culture to be transmitted. The Children’s Playground curriculum was inspired by pedagogical models used in kindergartens and primary schools. The social status of the targeted childhood public, coming from low-income and immigrant families marked by adverse situations, was one of the dimensions which also guided care, in addition to expectations with respect to professional training and the future roles of these children as workers and parents.Downloads
Referências
ABDANUR, E. F. Os “ilustrados” e a política cultural em São Paulo: o Departamento de
Cultura na gestão Mário de Andrade (1935-1938). 1992. Dissertação (Mestrado
em História), Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual
de Campinas, Campinas, 1992.
BRITES, O. Imagens da infância (São Paulo e Rio de Janeiro, 1930 a 1950). 1999.
Tese (Doutorado em História) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo,
São Paulo, 1999.
CARLINI, A. L. R. S. Martin Braunwieser na viagem da Missão de Pesquisas
Folclóricas 91938: diário e cartas. Revista de História, n. 138, p. 107-116, 1998.
DUBREUCQ, F. Jean-Ovide Decroly (1871-1932). Perspectives: revue trimestrielle
d´éducation comparée, Unesco: Bureau international d´éducation, Paris, v. XXIII,
n. 1-2, p. 251-276, 1993. Available at: <http://figuras.liccom.edu.uy/_media/
figari:anexos:dubreucq_f._-_jean-vide_decroly.pdf>. Accessed on: 30 jun. 2013.
FARIA, A. L. G. Educação pré-escolar e cultura. São Paulo: Cortez, 1999.
FERNANDES, F. S,; KUHLMANN JR., M. Análise de periódicos na história da
educação: princípios e procedimentos. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 42,
n. 146, ago. 2012. Available at: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_
arttext&pid=S0100-15742012000200013&lng=pt&nrm=iso>. Accessed on:
maio 2013.
FILLIZZOLA, A. C. B. Na rua, a “troça”, no parque, a troca: os parques infantis
da cidade de São Paulo na década de 1930. 2002. Dissertação. (Mestrado em
Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.
GOBBI, M. A. Desenhos de outrora, desenhos de agora: o desenho das crianças
pequenas no acervo Mário de Andrade. 2004. Tese. (Doutorado em Educação) –
Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2004.
GUEDES, L. Novas velhas formas de dominação: os parques infantis e o novo projeto
de dominação social. 2006. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Instituto
de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006.
JORDANOVA, L. New worlds for children in the eighteenth century: problems
of historical interpretation. History of the Human Sciences, v. 3, p. 69-83, 1990.
JULIA, D. A cultura escolar como objeto histórico. Revista Brasileira de História da
Educação, n. 1, p. 9-43, jan./jun. 2001.
KUHLMANN JR., M. Relações sociais, intelectuais e educação da infância
na história. In: SOUZA, G. (Org.). Educar na infância: perspectivas. São Paulo:
Contexto, 2010. p. 81-97.
KUHLMANN JR., M. et al. A base de dados sobre o Boletim Interno da Divisão de
Assistência e Recreio, São Paulo, 1947 a 1957. In: CONGRESSO DE LEITURA DO
BRASIL, 16., 2007, Campinas. No mundo há muitas armadilhas e é preciso quebrá-
las. Campinas: ALB; FE-Unicamp; Prefeitura de Campinas, 2007. Available at:
<http://www.alb.com.br/anais16/sem07pdf/sm07ss15_09.pdf>. Accessed on:
jun. 2013.
KUHLMANN JR., M.; ROCHA, J. F. T. Educação no asilo dos expostos da
Santa Casa em São Paulo: 1896-1950. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 36,
n. 129, dez. 2006. Available at: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_
arttext&pid=S0100-15742006000300005&lng=pt&nrm=iso>. Accessed on: 23
jun. 2013.
MICARONI, S. A educação física nos parques infantis da cidade de São Paulo: 1947 a
Campinas: Millenium, 2010.
MOTT, M. L.; BYINGTON, M. E. B.; ALVES, O. S. F. O gesto que salva: Pérola
Byington e a Cruzada Pró-Infância. São Paulo: Grifo, 2005.
PAIVA, J. S. S. A música nas propostas educacionais dos parques infantis na cidade de
São Paulo: 1947 a 1957. 2009. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade
São Francisco, Itatiba, 2009. Available at: <http://www.usf.edu.br/itatiba/
mestrado/educacao/uploadAddress/JULIANE%20PAIVA%5B11919%5D.pdf>.
Accessed on: 27 jun. 2013.
SANTOS, M. W. dos. Educadora dos parques infantis de São Paulo: aspectos de sua
formação e prática entre os anos de 1935 e 1955. 2005. Dissertação (Mestrado
em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo,
SILVA, C. C. O álbum “Parques Infantis” como objeto cultural (São Paulo, 1937). 2008.
Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de
São Paulo, São Paulo, 2008.
WILLIAMS, R. Cultura. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Os(As) autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com a utilização da Licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0), que permite compartilhar, copiar, redistribuir o manuscrito em qualquer meio ou formato. Permite, também, adaptar, remixar, transformar e construir sobre o material, desde que seja atribuído o devido crédito de autoria e publicação no periódico, para qualquer fim. A Revista Diálogo Educacional proporciona acesso público a todo o seu conteúdo, possibilitando maior visibilidade e alcance dos artigos publicados, com apoio no Public Knowledge Project, que desenvolveu esse sistema para melhorar a qualidade acadêmica e pública da pesquisa e que permite distribuir o OJS e outros softwares de apoio ao sistema de publicação de acesso público a fontes acadêmicas. Ao publicar nesta revista, os(as) autores(as) concordam com os seguintes termos:
- Autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores(as) têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores(as) têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online em blogs pessoais, repositórios institucionais e mídias sociais acadêmicas, bem como postando-os em suas mídias sociais pessoais, desde que seja incluída a citação completa à versão do website da revista, a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
- Autores(as) têm o direito de: a) Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial. b) Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.










