Exercer a docência no Ensino Superior Brasileiro na contemporaneidade com sucesso (competência e eficácia) apresenta como um grande desafio para o professor universitário
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.20.065.DS15Resumo
Desde o início deste século, a universidade brasileira se vê envolvida em inovações que afetam os paradigmas curriculares, a dinamização das aulas universitárias através de metodologias ativas, a chegada do aluno que, no dizer de Veen e Vrakking (2009) se apresenta como um “homo zappiens” conectado com inúmeros grupos de WhatsApp, Facebook, Instagram. Neste cenário, um desafio para o docente: como agir de modo eficaz junto aos alunos para que estes se formem profissionais competentes para o século XXI? Este é o objetivo deste artigo: responder a esse desafio, nos baseando em estudos teóricos sobre inovações no ensino superior, em nossas experiências de docência nas últimas décadas, em orientações de pesquisas de mestrado e doutorado defendidas sobre projetos curriculares inovadores e formação de professores para agirem em tais projetos. As trilhas percorridas se entrelaçaram com estudos teóricos de autores como Sacristán (1998), Cunha (1998, 2009), Arroyo (2000), Zabalza (2004), Perrenoud (2013); com o exercício de práticas docentes e pesquisas de campo realizadas e publicadas em artigos e livros por Masetto (1992, 2010a, 2010b, 2018) e por Gaeta e Masetto, (2013), apresentadas em trabalhos e congressos nacionais e internacionais. Quatro trilhas comporão nossas reflexões e análises: a primeira, voltada para a necessária abertura do professor para as inovações atuais no ensino superior brasileiro; a segunda, resgatando a característica da profissionalidade na atuação docente; a terceira destacando o trabalho em equipe do corpo docente e, a quarta, evidenciando a construção de um agir docente competente em situações de sala de aula.
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