O SER PARA-SI: PRESENÇA TRANSCENDENTE

Simeão Donizeti Sass

Resumo


Nas formulações iniciais de O Ser e o Nada Sartre indica que a investigação do modo como o Ser pode “ser todo” deve fazer parte do trabalho de constituição de sua ontologia. Esta preocupação é demonstrada desde o momento em que o ser do fenômeno e o cogito pré-refl exivo passam a fi gurar em sua refl exão. Consideramos que este problema ocupa um lugar de destaque em sua fi losofi a e solicita um tratamento privilegiado. Diante desta constatação, este estudo tem como intenção principal demonstrar que a análise do modo como o ser projeta a sua totalidade pode servir como fi o condutor para o entendimento de alguns tópicos relevantes da ontologia de Jean-Paul Sartre.

Texto completo:

PDF

Referências


HOWELLS, C. The Cambridge companion to Sartre. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 1992.

NATANSON, M. A critique of Jean-Paul Sartre’s ontology. Nebraska: University of Nebraska, 1951.

PRESSEAULT, J. L’Être-pour-autrui dans la philosophie de Jean-Paul Sartre. Bruxelas: Desclée de Brouwer, 1970.

ROUGER, F. Le monde et le moi. Paris: Méridiens Klincksieck, 1986.

SARTRE. J-P. O ser e o nada. Tradução de Paulo Perdigão. Petrópolis: Vozes, 1997.

SARTRE. J-P. Crítica da razão dialética. Tradução de Guilherme João de Freitas Teixeira. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.




DOI: http://dx.doi.org/10.7213/rfa.v22i31.2515

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2017 Editora Universitária Champagnat

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.