Rede social e comunicação ubíqua: o que podemos aprender com Black Mirror?
DOI:
https://doi.org/10.7213/1981-416X.19.062.DS11Resumo
Este texto busca tecer reflexões em torno de práticas sociais mediadas pelo digital em rede retratadas no episódio intitulado Queda Livre da série Black Mirror. A proposta é discutir a relação entre interconectividade, popularidade e visibilidade na era da comunicação ubíqua com a intenção de ressignificar nossa própria experiência humana, que vem sendo cada vez mais mediada pelos processos comunicacionais digitais. Buscar inspiração na ficção de Black Mirror pode se constituir como um caminho potente para refletirmos sobre nossa humanização numa era marcada pela intensa produção e compartilhamento de dados entre usuárias/os geograficamente dispersas/os. Para além do caráter ficcional da série e das situações expressas no episódio, há ali um alerta para os extremos a que o uso dos dispositivos digitais pode nos levar, fazendo-nos refletir sobre a importância de se colocar em prática uma educação que amplie nossa visão sobre o potencial da interconectividade e seus desdobramentos. Que esses novos fenômenos ciberculturais nos permitam tecer reflexões profícuas para uma melhor compreensão das práticas sociais contemporâneas, pelas relações que vimos estabelecendo com as redes sociais, com a emergência da comunicação ubíqua e com a ressignificacão de novas experiências sociais que emergem atravessadas pelo digital em rede na vida cotidiana.
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