BORGES E “AS PERPLEXIDADES METAFÍSICAS”

Inês Lacerda Araújo

Resumo


Certos temas e filósofos prediletos e caros a Borges mostram o que ele mesmo chamou de “perplexidade metafísica”. Eles se distribuem em torno do tempo, do idealismo panteísta e da condição humana. Fazemos neste artigo um recorte através de alguns de seus textos mais significativos, entre eles Ficções e O Aleph, atendendo uma sugestão do próprio autor, que afirmou estarem estes entre seus melhores escritos. Esta trajetória pretende mostrar que Borges maneja a filosofia como um mestre da prestidigitação.

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Referências


BORGES, Jorge Luis. O elogio da sombra. Trad. de Carlos Nejar. Porto

Alegre: Globo, 1969a.

BORGES, Jorge Luis. Nova antologia pessoal. Trad. de M. Julieta Graña

e Marly Moreira. Rio de Janeiro: Sabiá, 1969b.

BORGES, Jorge Luis. Perfis: um ensaio autobiográfico. Trad. de Carlos

Nejar. Porto Alegre: 1973.

BORGES, Jorge Luis. 5 visões pessoais. Trad. de Cláudio Fornari. Brasília: UNB, 1979.

BORGES, Jorge Luis. Discussão. Trad. de Cláudio Fornari. 2. ed. SP:

Difel, 1986a.

BORGES, Jorge Luis. Ficções. Trad. de Carlos Nejar. 4. ed. Porto Alegre;

Rio de Janeiro: Globo, 1986b.

BORGES, Jorge Luis. História universal da infâmia. Trad. de Flávio

José Cardoso. 4. ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988.

BORGES, Jorge Luis. O Aleph. Trad. de Flavio José Cardoso. SP: Globo,




DOI: https://doi.org/10.7213/rfa.v16i19.1030

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