BENDER E DESENHO DA FIGURA HUMANA: EVIDÊNCIA DE VALIDADE POR GRUPOS EXTREMOS

Autores

  • Fabián Javier Marín Rueda
  • Daniel Bartholomeu
  • Fermino Fernandes Sisto

Palavras-chave:

Bender, Desenho da figura humana, Inteligência, Instrumentos de medida

Resumo

O objetivo do estudo foi verificar evidência de validade para o Teste Gestáltico Visomotor de Bender em relação aos grupos extremos no Desenho da Figura Humana. Participaram 312 crianças de ambos os sexos, que cursavam de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental de uma escola pública do interior do Estado de São Paulo. Os teste foram aplicados de forma coletiva em sala de aula. No caso do Bender, foram avaliadas apenas as distorções e integrações de forma nas figuras A, 1, 2, 3, 4, 5 e 7. Para o Desenho da Figura Humana, foram utilizados 49 os critérios de Florence Goodenough. Os resultados evidenciaram que as crianças que apresentaram um pior desempenho no Desenho da Figura Humana apresentaram uma maior pontuação no Bender em todas as medidas estudadas. Concluiu-se que o Bender poderia ser um bom teste para avaliação do desenvolvimento cognitivo em crianças.

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Publicado

2017-11-01

Como Citar

Rueda, F. J. M., Bartholomeu, D., & Sisto, F. F. (2017). BENDER E DESENHO DA FIGURA HUMANA: EVIDÊNCIA DE VALIDADE POR GRUPOS EXTREMOS. Psicologia Argumento, 25(48), 65–72. Recuperado de https://periodicos.pucpr.br/psicologiaargumento/article/view/20025

Edição

Seção

Artigos