O QUE MÃES PENSAM SOBRE SEUS FILHOS EM TRÊS REGIÕES DISTINTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Autores

  • Josielly Pinheiro Westphal
  • Viviane Vieira
  • Mauro Luís Vieira
  • Alessandra Bonassoli Prado

Palavras-chave:

Crenças sobre práticas parentais, Metas de socialização, Alocentrismo familiar.

Resumo

Diferentes questões do desenvolvimento são solucionadas de formas distintas em contextos variados,especialmente no que se refere aos valores, crenças, ideias e práticas parentais. O presente estudo tevecomo objetivo investigar valores, crenças e práticas parentais de mães na criação de seus filhos no Estadode Santa Catarina. Foram entrevistadas 150 mães residentes em três contextos com diferentes índicesde urbanização: capital, interior leste e interior oeste. Foram investigadas práticas parentais durante oprimeiro ano de vida da criança, metas de socialização e alocentrismo familiar. Para a análise dos dados,foram utilizadas análises descritivas, cálculos de comparação entre médias (teste t), correlação (Pearson) eanálise de variância (ANOVA). Os resultados indicaram a presença do modelo cultural autônomo-relacionalem todos os contextos estudados, porém de forma distinta. Em todos os contextos, houve correlaçãopositiva e significativa entre a dimensão alocêntrica e metas relacionais, indicando que quanto mais asmães descrevem proximidade com a família, mais estabelecem metas de socialização relacionais para osfilhos. Os resultados encontrados podem auxiliar no delineamento de um modelo cultural de parentalidadedo contexto brasileiro, indicando para um predomínio de um modelo cultural autônomo-relacionalem Santa Catarina. Contudo, esse modelo não é homogêneo, pois apresenta diferentes configuraçõesdependendo do contexto sociocultural.

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Publicado

2017-11-24

Como Citar

Pinheiro Westphal, J., Vieira, V., Vieira, M. L., & Bonassoli Prado, A. (2017). O QUE MÃES PENSAM SOBRE SEUS FILHOS EM TRÊS REGIÕES DISTINTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Psicologia Argumento, 28(62). Recuperado de https://periodicos.pucpr.br/psicologiaargumento/article/view/19897

Edição

Seção

Artigos