GODENTE MA NON TROPPO: O mínimo de gozo do outro necessário para a constituição do sujeito

Marie-Christine Laznik

Resumo


A autora propõe utilizar o conceito lacaniano de gozo como operador central na clínica do autismo, partindo da constatação de que nos bebês cujo encaminhamento se dá rumo a esse quadro clínico pode haver presença de uma relação narcísica com os pais, mas não uma relação pulsional, que desemboque na constituição de um sujeito desejante. Essa constatação, feita a partir da análise de filmes familiares, permite conceber um importante lugar para o tratamento psicanalítico e uma direção de tratamento para bebês com sinais de risco do tipo autístico, em que a questão pulsional entre a criança e seus pais vai ser colocada em evidência.

Palavras-chave


Autismo; Bebês; Pulsão; Narcisismo; Gozo.

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