Nietzsche e o elogio das ilusões: uma estratégia de combate à metafísica

Jelson Roberto de Oliveira

Resumo


Pretende-se neste artigo analisar a estratégia nietzschiana de valorização teórica das ilusões como forma de combate à metafísica, pretendendo, com isso, desvendar as origens humanas das criações metafísicas. Para isso, o filósofo se utiliza do chamado “método científico”, caracterizado como uma análise histórico-fisiopsicológica, que põe em evidência a gênese doentia e fraca que se esconde por trás dessas criações. Pretende-se demonstrar que a apologia das aparências é, em Nietzsche, uma estratégia de inversão da metafísica cujo mote é a revelação do seu sentido ilusório, o que explica a valorização da superfície, da mentira e do embuste como formas de poetização da realidade que elege a vida como critério de avaliação.

Palavras-chave


Nietzsche; Ilusão; Metafísica; Fisiopsicologia

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DOI: https://doi.org/10.7213/estudosnietzsche.7569

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