Avaliação da alcalinidade do mineral trióxido agregado associado a Aloe vera

Lorena Soares Melo, Gustavo Barros Campelo, Germana Miranda Damascena, Jessyca Leal Moura Fé, Isadora Mello Vilarinho Soares, Carmen Milena Rodrigues Siqueira Carvalho

Resumo


Objetivo: Na tentativa de coadjuvar um veículo fitoterápico com as propriedades do Mineral Trióxido Agregado (MTA), o objetivo deste estudo foi avaliar in vitro a dissociação iônica deste biomaterial associado a Aloe vera por meio da mensuração do pH. Material e métodos: O estudo foi composto por três grupos, sendo cada grupo representado pelas seguintes soluções: Grupo I (controle): MTA-Angelus® + água destilada. Grupo II: MTAAngelus ® + Propilenoglicol. Grupo III: MTA-Angelus® + Aloe vera. Após a homogeneização, cada mistura permaneceu em um béquer descansando por uma hora e o pH inicial mensurado. Em seguida, realizou-se a mensuração do pH das substâncias após 1 h, 24 h, 7, 14 e 30 dias. Resultados: O pH de cada grupo manteve-se entre 8,5 e 11. O Grupo I apresentou os valores mais elevados. Os grupos II e III atingiram valores semelhantes, porém mais estáveis quando comparados ao do Grupo I, com diferença estatisticamente significativa, p < 0,05, entre os tempos de 7 e 14 dias. No período de 30 dias foi possível observar uma similaridade entre os valores de pH dos 3 grupos estudados. O Grupo I diminuiu o pH, tornando-se semelhante aos grupos II e III, sem diferenças estatísticas. Conclusão: Observou-se que a Aloe vera, quando utilizada como veículo do MTA, não interfere na dissociação iônica e na liberação de íons cálcio e hidroxila.

Palavras-chave


Alcalinização; Medicamentos fitoterápicos; Aloe; Endodontia

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DOI: https://doi.org/10.7213/archivesoforalresearch.09.003.AO05

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